quinta-feira, 25 de junho de 2009

Filosofia de Vida

Amar sem pensar...cantar bem alto a canção que vem de dentro...em qualquer ritmo ou língua...em qualquer tempo...em forma de desabafo ou desatino...quebrar a métrica-lógi(ca)ótica
.
Dance como se ninguém pudesse te ver
Ame como se você nunca fosse sofrer
Cante como se ninguém pudesse te ouvir
Viva como se o paraíso fosse aqui


Letra completa aqui. A música é deles, banda que eu amo!

24 comentários:

Gaby disse...

Paulinha,

"Dance like nobody's watching!"!!! Uma máxima de vida que sigo (ou tento seguir, pelo menos...).
Saudades de te visitar! Tenho andado meio afastada (começou o Verão e o tempo convida a aproveitar o sol, a praia, a vida na rua...) mas, com jeitinho, sempre se consegue um tempo para ir "espreitando" as coisas lindas que os amigos andam a postar!!!
Beijinhos.

PS: Tenho acompanhado a viagem do nosso Diário. Está lindo!!!

BarbieGirl disse...

Uauu! que lindooo!!!

Hoje postei sobre o amor também e todas as suas formas!!
bjks

.ana disse...

"Ame como se você nunca fosse sofrer"

gosto disso. acho que as coisas tem que ser por inteiro, a gente não pode ficar se prendendo a medos.

beijocas!

Chica disse...

Linda filosofia pra ser segiuida e viver melhor.beijos,chica

Mari disse...

Paulinha, adorei o novo visual daqui! Lindo mesmo!!!
E essa música é linda. Já publiquei no meu blog um texto que inspirou o Jota Quest.
Beijossss

Annie Manuela disse...

Muito Lindo!
Já li em algum lugar, mas ñ me lembro onde.
É a melhor filosofia de vida mesmo.

Bjks.

entremares disse...

Com o maior dos cuidados, avançou, sorrateiro.
Um passo, depois outro, depois ainda outro.
Estranhamente, ela não fugiu, estremecendo simplesmente as asas quando sentiu o “clique” da fotografia.
O fotógrafo estava encantado. Uma “Papilio machaon”, bem ali à sua frente, a pouco mais de dois metros de distância, imóvel, com um enquadramento perfeito, um fundo de vegetação escura... e sem qualquer réstea de vento... a fotografia perfeita.
Avançou um pouco mais, disparando sucessivamente.
Fotografar borboletas – diriam uns – poderia ser uma ocupação excêntrica, um clichê banal da fotografia de natureza ( fotos bonitas, coloridas, vistosas... ) – mas nada disso o afectava. As borboletas, como aliás todos os insectos, eram seres extremamente fotogénicos, elegantes, de uma pose natural que dispensava treinos e ensaios – já haviam nascido modelos.
Aquela borboleta andorinha, como era habitualmente conhecida, com os seus dois chifres amarelados, parecia no entanto estranhamente à vontade, sem se importar com os estalidos incessantes da máquina fotográfica – quando muito, abanava suavemente as asas acastanhadas, sem sequer levantar voo.
Aproximou-se um pouco mais – não estaria a mais de dois palmos de distância.
A borboleta fechou as asas e quando as reabriu, ocupou por completo o visor da objectiva – imóvel, serena, brilhante.
Apeteceu-lhe – de a ver ali tão perto – tocar-lhe, sentir-lhe a suavidade das asas coloridas, a leveza do corpo elegante.
Resistiu à tentação.
Aprendera há muito a não invadir aquele mundo mágico que ficava do lado de lá da sua objectiva – o encanto existia para ser visto e apreciado, não para ser tocado ou possuido. Quando muito, a fotografia tornaria eterno aquele momento fugaz de contacto íntimo, em que o fotógrafo e o seu modelo se fundiam, ela a desvendar-se perante os seus olhos, ele a saciar-se com a sua beleza.
E foi então que, num daqueles raros momentos que as fotografias nunca conseguem captar, um pouco de magia aconteceu.
A borboleta soltou o ramo onde pousara e com um suave bater das asas, veio pousar sobre a máquina fotográfica.
As antenas douradas agitaram-se, as asas estremeceram e ali permaneceu, nuns poucos segundos com sabor a eternidade, ambos a contemplar-se, quem sabe – olhos nos olhos – tocando o mundo imaginário de um qualquer conto de fadas.
Finalmente, levantou voo e afastou-se graciosamente, rumo a outro punhado de flores.
O fotógrafo permaneceu, porém, ainda a apontar a objectiva para o local vazio onde já não existia nenhuma borboleta.
A fotografia que recordaria para sempre – aquela borboleta ali pousada, a poucos centímetros do seu rosto – não ficaria registada em nenhum outro local, senão nas suas próprias memórias.
Guardou cuidadosamente a máquina fotográfica no respectivo estojo.
A borboleta dourada esvoaçava ainda ali perto, em redor de outro canteiro de flores amarelas.
Olhou para ela... e sentiu, sem perceber como, que ela lhe estava a retribuir o olhar...

Ruby disse...

É belo! Que bom seria se levássemos a vida assim, seria mais fácil, agradável.

Sissi disse...

Viva como se o paraíso fosse aqui

seria tao bom se todos pensassem assim né???

Georgia disse...

Lindo Paulinha!

Beijos

Sandra disse...

Que lindo poema Paulinha.
amei.
Como vc. não vai lá eu venho até aqui.
Vim convidar vc. para degustar um saboroso pinhão em minha casa Curiosa.
Te espero lá
Sandra

rockleeset disse...

Oi Paulinha, tudo joia?!
Eu gostaria de viver intensamente esses versos, to urgentimente precisando encarar a vida de uma forma ou melhor de uma pespectiva diferente!

Beijis fica com Deus!

Elaine disse...

Olá!
Este é um comentário-convite:
Estou começando uma promoção em meu blog e ficarei muito feliz se você participar.
Conto com você.
Beijos e fique com Deus.

(marta selva) disse...

ah que delicia eh se jogar nessa dança.
;*

Georgia disse...

Passando para te abracar...

Gaby disse...

Querida Paulinha,

Obrigada pela visita e comentário!
Fui eu que escrevi, sim (às vezes, deixo soltar as palavras que estão dentro de mim...), mas esqueci-me de assinar com o "eu". Já o fiz, para não restarem dúvidas quanto à autora, rssss.
São só palavras e, como eu digo no meu perfil, gosto de brincar com elas desde menina, sem pretensões. É puro prazer, quase terapia. Infelizmente, o tempo é pouco!
Um beijo enorme.

Dandra disse...

Visual novo! Ficou lindo.

Linda canção. Jota Quest é A BANDA!

"Ame como se você nunca fosse sofrer".

Bjs

Clara disse...

muito bonito o texto seria muito bom se fosse assim bem mais belo!!
beijos e linda imagem do topo Paulinha!!

Chris Rodrigues disse...

Que bonito!!!!

Bia disse...

Só não concordo com a parte de "amar sem pensar"!

bjs

Susi^Â^ disse...

É isso aí! Tire o relógio do pulso, sinta o pulso, sinta a vida. Prazer!bj

O Profeta disse...

Uma paixão desapaixonada
Uma razão desencontrada
Uma palavra vazia de sentido
Uma inquietação gerada do nada

A calmaria é o fim da tempestade
Ou será o princípio da tormenta?!
As velas recolhem o vento
Minha alma acolhe o que o coração inventa


Boa semana



Doce beijo

Hermilaine disse...

paula,vou postar as fotos lá das quadrilhas tá?Pode esperar,beijoooooooooooooooooos!!!!

Anônima disse...

otimo

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